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quinta-feira, 15 de março de 2012
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Qualidade de vida: ela interfere na hora de escolher a profissão?
Lúcia Young publicado em TRIBUTAÇÃO - LÚCIA YOUNG.
Qualidade de vida: ela interfere na hora de escolher a profissão?
Psicóloga explica que tudo começa com a liberdade de escolha, que aumenta as chances de se ter qualidade de vida Infomoney A qualidade de vida é um dos principais focos de preocupação dos profissionais. Equilibrar vida profissional e pessoal, ser menos sedentário e evitar o estresse são objetivos constantes dos trabalhadores. Mas será que a preocupação com a qualidade de vida já deve ser levada em consideração desde o início, ou seja, quando o jovem ainda está escolhendo para qual profissão deseja dedicar os anos ativos de sua vida? A psicóloga clínica e consultora profissional Margarida Chagas explica que tudo começa com a liberdade de escolha, ou seja, se o jovem puder optar por qual profissão deseja seguir, as chances de ter uma vida profissional com qualidade serão muito maiores. “Poder escolher já quer dizer que ele está em um processo de qualidade de vida”, diz Margarida. Na prática, quando as pessoas escolhem a profissão de que realmente gostam, terão mais prazer em executá-la, e, portanto, serão mais felizes e bem-sucedidas. E é isso um dos elementos que configuram a qualidade de vida. Qualidade de vida versus carga horária de trabalho Não deixar que fatores como a remuneração o influencie na tomada da decisão também é importante. Quanto você vai ganhar deve, sim, ser considerado, mas não deve ser o elemento fundamental, mesmo porque, se optar por uma carreira que aparentemente traz bons retornos financeiros, mas sem ter afinidade com ela, o profissional não vai conseguir se dedicar, o que possivelmente vai limitar os ganhos. De que outras formas a qualidade de vida deve ser ponderada na hora de escolher uma carreira? Margarida explica que, se um estudante está na dúvida se segue ou não a carreira de Medicina, por exemplo, pois essa profissão é largamente conhecida por exigir que o profissional esteja sempre disponível, ele deve ponderar alguns fatores. Primeiro, se está em dúvida pela carreira porque ela vai exigir muito trabalho, “talvez não esteja tão definido profissionalmente”, diz Margarida. Em segundo lugar, qualidade de vida não deve ser confundida com carga horária de trabalho. Qualidade de vida não é sinônimo de trabalhar pouco, mas sim de estar realizado em uma determinada profissão. Na prática, se você deseja ter qualidade de vida na sua vida profissional, não pense que optar por uma carreira que não exija muito em termos de carga de trabalho é o caminho para atingir essa situação. Se você, por exemplo, valoriza muito seus finais de semana, mas a carreira que você gostaria de seguir é conhecida por exigir que se trabalhe aos sábados e domingos, lembre-se de que, dentro de cada profissão, há vários campos de atuação. Isso quer dizer que, seguindo uma mesma profissão, você pode encontrar tanto oportunidades em que dificilmente trabalhará aos finais de semana, como outras em que terá de trabalhar em praticamente todos eles. Um outro exemplo é quando a mesma profissão exige muitas viagens ou nenhuma, dependendo da empresa e da área que você seguir. “O mais importante para se obter qualidade de vida é fazer o que você gosta”, finaliza Margarida. http://www.administradores. |
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
A imagem do Brasil no exterior: impostos e educação
Prezados, abaixo segue uma mostra da imagem que o Brasil tem lá fora: altos impostos inclusive na educação, o que certamente prejudica o desenvolvimento do país.
Está em Inglês, mas resumidamente mostra que uma caneta tem quase 50% de impostos, cobrados não por apenas um nível de governo, mas de três. A lancheira, taxa mais baixa desta lista, beira os 40%.
Embora o governo brasileiro ofereça uma boa quantidade de seu orçamento e PIB na educação, porém a qualidade da informação é baixa.
Para finalizar o texto, fica nas entrelinhas... resta saber se o governo mandará o dinheiro para o lugar certo (não nas cuecas dos sócios do governo).
Eu, um mero cidadão já fico com vergonha... o governo não, nem um poquinho?
O texto é de João Eloi, Presidente do IBPT - Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário.
Matéria do IBPT no Financial Times, de New York
Aprendendo a dizer não
No programa de 11/01/2012, Max Gehringer respondeu a seguinte pergunta na Rádio CBN: Não consigo dizer não, por isso meus colegas estão sempre me dando serviço. O que faço? A resposta foi que isso fatalmente gera sobrecarga. O primeiro sintoma é se dar conta de que a pessoa que não sabe dizer não, sempre procura acomodar a situação, achar uma solução, abraçando a causa como se fosse obrigação. A solução é praticar aos poucos, como montar uma frase pronta como resposta quando for solicitado algo, como: vou verificar todas as minhas obrigações e dou retorno daqui a 10 minutos. E dar resposta, positiva ou negativa. É muito importante a postura, expressão corporal. Não resolve dar uma resposta com um olhar vago, inseguro. É preciso estar preparado também para não sair dizendo não para tudo, pois aí pode causar um problema maior: a falta de companheirismo.
Max Gehringer responde: preciso usar o crachá?
Na edição do dia 12/01/2012, Max Gehringer respondeu na CBN a seguinte pergunta: tem lei que obrigue a usar crachá? Pois para mim é mais um motivo de discriminação do que propriamente identificação. Ao que foi respondido ao ouvinte: Não há lei que obrigue nem que desobrigue, portanto pode a empresa adotar esta prática obrigando o uso através do contrato de trabalho ou outra norma interna que seja de conhecimento do funcionário. O fato da discriminação ocorre porque geralmente cargos mais elevados estão dispensados do uso, o que acaba causando constrangimento naqueles que usam pois se sentem como se no crachá estivesse escrito: funcionário de nível inferior. E também pelo fato de que para boas práticas éticas, o exemplo deve vir de cima.
domingo, 8 de janeiro de 2012
Querer ficar vazio
O título parece um tanto estranho, pois geralmente vazio é o que não queremos para nós. Quando isso acontece, quando estamos vazios, parece mais ser uma consequência do que propriamente querer isso. No entanto, se procuramos ver melhor do que estamos cheios, estamos mesmo cheios de tudo que precisamos? Estamos cheios de coragem? Estamos cheios de inteligência? Estamos cheios de fé? Estamos cheios de paz? Estamos cheios de disposição? Estamos cheios de boa vontade de mudar naquilo que já sabemos que precisamos?
Geralmente, nem sempre. Estamos, talvez ou às vezes, cheios de um ou outro desses sentimentos, o resto, acho que não vou citar para deixar este texto mais otimista.
Por isso querer ficar vazio, para que possamos nos encher do que realmente precisamos.
Não iremos nos convencer de que precisamos nos encher, se já nos sentimos cheios.
Por isso, esvazie-se. Respira fundo, pense no que não quer e manda prá fora. Inspire o que desejar, de bom é claro.
Geralmente, nem sempre. Estamos, talvez ou às vezes, cheios de um ou outro desses sentimentos, o resto, acho que não vou citar para deixar este texto mais otimista.
Por isso querer ficar vazio, para que possamos nos encher do que realmente precisamos.
Não iremos nos convencer de que precisamos nos encher, se já nos sentimos cheios.
Por isso, esvazie-se. Respira fundo, pense no que não quer e manda prá fora. Inspire o que desejar, de bom é claro.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Max Gehringer e a procrastinação
Hoje pela manhã (06/01/12) escutei na CBN um comentário do Max Gehringer. Ele recebeu a seguinte pergunta: trabalho em uma empresa onde a pessoa que dependo para fazer o meu trabalho vive deixando para depois, atrasando o meu trabalho também. O comentário dele foi o seguinte: O termo correto, ou pelo menos o mais utilizado profissionalmente, é procrastinar. Sugere os seguintes passos:
1º) Tentar inverter os papéis. Fazer a primeira parte do processo e deixar a outra pessoa fazer o seguinte; isso pode gerar algum pequeno atrito, porém deve-se levar em conta que é necessário. (E, grifo meu, mostra sua pró-atividade);
2º) Levar o caso ao líder, para estabelecer ou esclarecer os prazos; isso pode gerar um atrito maior entre você e a outra pessoa, no entanto caberá ao líder gerenciar.
3º) Caso o líder não dê a devida atenção ou não resolva, deixar a bomba estourar para forçar o líder a tomar uma decisão, afinal, ele também precisa prestar contas a superiores sobre o resultado do trabalho da equipe e dele. Neste caso, se nada acontecer, provavelmente a regra geral da empresa é que todos procrastinem. Aí, a solução é procurar um outro trabalho em que se enquadre.
1º) Tentar inverter os papéis. Fazer a primeira parte do processo e deixar a outra pessoa fazer o seguinte; isso pode gerar algum pequeno atrito, porém deve-se levar em conta que é necessário. (E, grifo meu, mostra sua pró-atividade);
2º) Levar o caso ao líder, para estabelecer ou esclarecer os prazos; isso pode gerar um atrito maior entre você e a outra pessoa, no entanto caberá ao líder gerenciar.
3º) Caso o líder não dê a devida atenção ou não resolva, deixar a bomba estourar para forçar o líder a tomar uma decisão, afinal, ele também precisa prestar contas a superiores sobre o resultado do trabalho da equipe e dele. Neste caso, se nada acontecer, provavelmente a regra geral da empresa é que todos procrastinem. Aí, a solução é procurar um outro trabalho em que se enquadre.
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